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Segundo a BHP o minério de ferro não voltará mais ao patamar de US$100/t

Segundo o CEO da BHP Andrew Mackenzie é improvável que os preços do minério de ferro voltem a valer US$100/t. Segundo ele as expectativas de consumo de aço na China apontam para um arrefecimento do mercado.

A notícia foi dada em Xangai quando a BHP comemorava a remessa de 1 bilhão de toneladas de minério de ferro para a China. O feito ocorreu ao longo de 30 anos. No entanto, segundo a BHP, o próximo bilhão de toneladas pode ocorrer em apenas 5 anos, no ritmo atual. 

A BHP está em uma encruzilhada. 

Ao mesmo tempo em que diz que, a partir de agora, irá investir mais no cobre do que no minério de ferro ela ainda tenta ampliar a sua produção de minério de ferro para o volume recorde de 245 milhões de toneladas em 2015. 

As três maiores (BHP, Rio e Vale) já investiram, juntas, mais de US$120 bilhões na ampliação de sua produção em uma das maiores expansões da história da mineração.


Fonte: geologo.com.br

Em Parauapebas, riqueza tem prazo de validade

Exame - Jane Mesquita
Clientes no Unique Shopping
Clientes no Shopping
Encravada no sopé da Serra dos Carajás, a maior reserva de minério de ferro do mundo, Parauapebas exibe vários indicadores que retratam seu dinamismo econômico. Primeiro, é a cidade acima de 100 000 habitantes que mais cresceu no Brasil nos últimos anos — seu produto interno bruto se expandiu 144% de 2008 a 2011, ante a média de 10% do país.
Segundo, seu PIB já supera o da capital paraense, Belém, e é maior também do que o de estados como Tocantins, Roraima, Acre e Amapá. Terceiro, é a cidade campeã em exportações no Brasil — em 2013, os minérios embarcados em Parauapebas geraram 10 bilhões de dólares em divisas, ante 8,6 bilhões exportados por São Paulo, a vice-campeã.
Com números exuberantes como esses, Parauapebas é a cidade com os melhores indicadores de desenvolvimento econômico do país, de acordo com o levantamento da consultoria Urban Systems para EXAME. No ranking das melhores cidades para investir em negócios, fica atrás apenas de Vitória, no Espírito Santo. 
A pujança de Parauapebas se assenta em uma única atividade econômica, a exploração das jazidas de Carajás pela companhia Vale. Em 2013, ela extraiu 105 milhões de toneladas de minério de ferro em Parauapebas, um terço de sua produção dessa matéria-prima no país.
No ano passado, o negócio de mineração movimentou 28 bilhões de reais em Parauapebas e rendeu à cidade 450 milhões em compensação financeira — quase um terço do total de royalties de mineração distribuídos a 2 451 municípios brasileiros em 2013.
O dinheiro gerado pelo minério movimenta a economia e atrai vários empreendimentos, como o Unique Shopping Parauapebas, o primeiro centro de compras da cidade, inaugurado há três anos.
“Nosso foco é investir em cidades carentes de centros comerciais voltados para a classe média em ascensão e com grande potencial de consumo”, diz Ricardo Baptista, diretor do grupo Partage, que administra o Unique. “Parauapebas tem o perfil exato que queremos.”
O rápido crescimento da cidade, no entanto, veio acompanhado de vários problemas, como a falta de moradia — 22 000 famílias vivem em habitações precárias. Outro problema é o saneamento básico. A maior parte do esgoto corre a céu aberto — o índice de coleta é de apenas 13%, bem abaixo da média brasileira, de 48%, que também está muito longe do ideal.
Com uma taxa anual de 60,5 homicídios por 100 000 habitantes, Parauapebas está entre as 100 cidades mais violentas do país. Todos esses problemas indicam que os milionários royalties arrecadados com a mineração ainda não conseguiram mudar a realidade da maioria dos 177 000 moradores da cidade.
Mas o principal problema de Parauapebas está por ocorrer. O minério de ferro é um recurso natural finito — e o fim pode estar mais próximo do que se imagina. De acordo com as mais recentes projeções da Vale, as três minas hoje exploradas em Parauapebas devem se esgotar até 2035.
Segundo Paulo Horta, diretor da área de minérios ferrosos da Vale, esse prognóstico não é definitivo. “A vida útil das minas muda conforme a tecnologia empregada”, afirma. “Temos exemplos de outras minas, como em Itabira, Minas Gerais, onde o uso de novas tecnologias está permitindo o aproveitamento de reservas de minério com menor teor de ferro, que antes era inviável.” 
Para garantir sua produção em Carajás, a Vale planeja explorar minas localizadas nos municípios vizinhos de Canaã dos Carajás e Curionópolis. Com isso, cedo ou tarde, tudo indica que Parauapebas deixará de ser a maior produtora de minério de ferro do país. Nesse cenário, o desafio é buscar novas atividades que compensem a perda de receita com a mineração.
Entre as ideias em estudo estão a criação de um polo industrial de transformação mineral e o estímulo ao ecoturismo. Mas os projetos ainda não saíram do papel. “Com o empobrecimento das jazidas, Parauapebas precisa se reinventar”, diz Maria Amélia Enriquez, secretária de Indústria, Comércio e Mineração do Pará. O tempo — e a riqueza — está se esgotando.

Inauguração Centro de Serviços ABB em Parauapebas

No próximo dia 17 de dezembro (quarta-feira) prepare-se para a inauguração do Centro de Serviços ABB, em Parauapebas. Pioneira em seu segmento, a nova instalação da companhia proporcionará aos clientes maior agilidade no atendimento, redução de perdas de produção, além de aumentar a competitividade e contribuir para o desenvolvimento da região
A nova instalação ocupa uma área de 700 m2, composta por uma estrutura inovadora capaz de oferecer a integração de serviços de campo e em oficina, além de estoque de peças, sala de videoconferência e sistema de diagnóstico remoto (RDS) para monitoramento e realização de ações preventivas na planta. Para facilitar o atendimento, também será utilizada uma oficina móvel equipada para a realização dos serviços na planta.

O objetivo principal dessa iniciativa é a flexibilidade e agilidade no atendimento aos clientes. Com a operação da nova oficina, a ABB ampliará sua rede de serviços e suprirá as necessidades da região, que tem ótimo potencial por abrigar grandes empresas dos setores de mineração, siderurgia, transporte ferroviário, saneamento e energia com foco em geração, transmissão e distribuição. “Essa iniciativa reforça o compromisso da ABB em oferecer serviços de alta qualidade. Por isso, é a primeira em seu segmento de atuação a implementar uma unidade de serviços autônoma”, diz.
A expansão da atuação da ABB faz parte planejamento estratégico da empresa no País. Até 2015 a empresa está investindo cerca de US$ 200 milhões no País. Esses investimentos são destinados à expansão das fábricas e da capacidade tecnológica e produtiva. A ABB aposta na capacidade do Brasil e investe na ampliação de sua produção industrial. Isso permite que sua expertise no desenvolvimento de soluções voltadas para a área de infraestrutura atenda às necessidades do País.

Local: Centro de Serviços ABB
Rua Carolina Dias de Sá, Lotes 18 e 19 – Loteamento Amazônia, Parauapebas. (próximo à Faculdade Metropolitana)
Data: 17/12/2014
Horário: a partir das 17h.

Papéis da Petrobras ladeira a Baixo.


As ações da Petrobras continuam derretendo em bolsa, e valem pouco mais de R$ 7,15 agora, o que representa um valor de mercado de aproximadamente R$ 135 bilhões. Enquanto isso, a dívida da empresa segue como o único item que realmente cresce na estatal, e já chega a quase R$ 250 bilhões. O PT está literalmente destruindo a maior empresa do país.
Alguns podem argumentar que se trata de fenômeno exógeno, que tem ligação com a queda do preço do petróleo. Não é verdade. A destruição da Petrobras começou muito antes, e a estatal já vinha perdendo bilhões de valor mesmo com o preço da commodity estável. A recente queda acentuada do barril do petróleo veio adicionar lenha na fogueira, mas esta já vinha queimando há anos, por incompetência da gestão, interferência política e escândalos de corrupção.
A melhor forma de verificar isso é comparar a ação da Petrobras com a de seus pares, para tentar isolar o fator petróleo. O XLE é justamente o índice que reúne as empresas americanas de petróleo, uma cesta que conta com a presença de gigantes como Exxon Mobil, Chevron e ConocoPhillips. Se a Petrobras perde valor em relação ao XLE, então é porque algo a mais explica seu mau desempenho além do petróleo. Eis o resultado desde o começo da era PT:
Como podemos observar, o gráfico mais parece a Torre Eiffel, especialmente entre 2007 e 2012. Esse gráfico ilustra bem o que foi a “bolha Brasil”, que culminou exatamente com o começo da gestão do ex-presidente Lula. O ciclo de alta das commodities, puxado pelo crescimento chinês e os estímulos monetários do Federal Reserve, coincidiu com o mandato de Lula com incrível sincronia.

Guarda Municipal de Parauapebas candidatos aptos serão convocado para 2º Etapa Concurso.

A juíza de direito titular da 4ª Vara da Comarca de Parauapebas, Adelina Luísa Moreira Silva e Silva indeferiu o pedido do Ministério Público Estadual para que o concurso público realizado pela prefeitura de Parauapebas, através da CETAP, fosse cancelado. A juíza já havia concedido liminar para paralisar a posse dos concursados aprovados no certame. Agora, julgando o mérito, a juíza indeferiu o cancelamento do concurso
O MPE alegava supostas irregularidades praticadas com relação às pessoas que não puderam realizar a prova física, diante da rejeição dos atestados médicos que foram apresentados para a junta examinadora.
Com a decisão, os candidatos julgados aptos poderão tomar posse assim que a prefeitura de Parauapebas marcar a data para tal.
Veja a decisão:

Classificados no concurso público Parauapebas.

A Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Administração (Semad), convoca os últimos 93 professores classificados no concurso público realizado este ano.

Os professores farão parte do quadro de profissionais das áreas de Pedagogia, Educação Física e Ciências. A lista da documentação e exames necessários para contratação está disponível na sala da Coordenadoria de Treinamentos e Recursos Humanos (CTRH), no Centro Administrativo de Parauapebas, térreo, no horário de 8 às 14h. 
Os concursados devem comparecer para apresentação e entrega de documentação nos dias 19 e 20 de dezembro, a partir das 8h, na sala da Coordenadoria de Treinamentos e Recursos Humanos (CTRH), no Centro Administrativo, térreo. 
A posse dos convocados está prevista para o dia 9 de janeiro.  A lista com nome e dia que cada professor deve entregar a documentação está disponível aqui.

Parauapebas defesa civil interdita cinco casas em áreas de risco.


Durante visita em uma dessas residências, localizada no Bairro Liberdade II, Núbia Rodrigues de Sousa, técnica da Defesa Civil, relatou o risco iminente que a família corre. “Aqui o solo está cedendo, a casa já foi interditada e estamos trabalhando para remover a família”, relatou.
A assistente social Urdiancira Oliveira Batista, também da Comdec, informou que foi feito um levantamento socioeconômico de famílias residentes em áreas de risco. “Caso a família não tenha para onde ir, a gente direciona para o abrigo público que está sendo organizado para atender essa demanda”.
Plantão da Defesa Civil
De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Pedro Jacques, as equipes do órgão estão trabalhando 24 horas por dia em regime de plantão para atender aos casos emergenciais, que podem ser comunicados pelo telefone 3356-2597. O morador pode também solicitar uma visita técnica, caso observe em sua residência infiltrações ou rachaduras.
Além do trabalho emergencial, o órgão realiza ações preventivas, como foi o Simulado de Desastres, que ocorreu no final de novembro, e o mapeamento de todas as áreas de risco da cidade, pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que identificou 15 localidades nessa situação.
“Graças ao trabalho de mapeamento do CPRM, Parauapebas está incluído entre os mais de 800 municípios atendidos pelo Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, localizado em Cachoeira Paulista (SP). Quando há previsão de fortes chuvas eles nos informam previamente”, informou Pedro Jacques.
Por meio do trabalho desenvolvido pelo governo municipal, pelo menos três áreas de risco já foram eliminadas: Morro Alto Bonito e a parte baixa, onde fica localizada uma lagoa, locais em que estão sendo construídos um projeto habitacional e área de lazer, respectivamente, e o canal do Complexo Altamira, que recebe obras de revitalização.
Karine Gomes Núcleo de Imprensa | Ascom

Parauapebas: Situação dos moradores da “Área do Linhão” é discutida na Câmara.

Representantes da Vale, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), judiciário, vereadores e a comissão dos moradores da “Área do Linhão” estiveram reunidos na manhã dessa sexta-feira, 26, na Câmara Municipal de Parauapebas, para deliberar sobre a situação dos ocupantes da área.
A região que ficou conhecida como “Área do Linhão” abrange três bairros, Tropical I e II e ainda o Ipiranga. Nesse trecho há cabos de alta tensão, embaixo dos quais foram construídas casas. De acordo com os próprios moradores, cerca de 900 famílias moram nesse perímetro. O soldador Romário Cardoso é um deles. Ele conta que parte das famílias que estão lá, foram assentadas pela própria prefeitura e há outras que ocuparam por conta própria, pois não tinham condições de obter moradia em outro local.
Na quinta-feira, 25, foi realizada uma outra reunião com representantes da Vale e da Secretaria Municipal de Habitação, que resultou na suspensão por seis meses da liminar que havia determinado a reintegração de posse da área, por parte da mineradora.

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